Terça-feira, 7 de Julho de 2009

Manvendra no Furo MTV. Super divertido!

Realmente, o Furo é um dos programas mais legais da MTV. Olhem essa reportagem sobre Manvendra Singh Gohil, o príncipe gay da Índia. Adivinha quem é o repórter? Didi, do Te dou um dado?. Muito divertido. E ele perguntou lances bem absurdinhos, tipo se o fato de o príncipe ter crescido em um castelo rosa influenciou em sua sexualidade, como foi ter sido entrevistado pela Oprah Winfrey, por que um país que cunhou o Kama Sutra pode ser tão conservador e quantos camelos o repórter vale (sim, ele perguntou isso). Dá pra assistir logo abaixo!

Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Carpinejar no Programa do Jô


Ontem, o escritor Fabrício Carpinejar foi um dos entrevistados do Programa do Jô. Ele esteve lá para falar de seu último livro, “Canalha” (Ed. Bertrand Brasil), mas foi o que ele menos fez no fim das contas. Carpinejar comentou sobre a alegria de ser feio, a diferença entre notícias e fofocas e o motivo de ter unhas pintadas. Além de inteligentíssimo, ele se mostrou muito espirituoso. Acabei me lembrando de um texto super lindo de autoria dele, que se chama “Pode me chamar de gay”. Detalhe: ele é heterossexual e foi acompanhado da namorada ao programa. Gente bem-resolvida é outra coisa!

“Pode me chamar de gay, não está me ofendendo. Pode me chamar de gay, é um elogio. Pode me chamar de gay, apesar de ser heterossexual, não me importo de ser confundido. Ser gay me favorece, me amplia, me liberta dos condicionamentos. Não é um julgamento, é uma referência. Pode me chamar de gay, não me sinto desaforado, não me sinto incomodado, não me sinto diminuído, não me sinto constrangido. Pode me chamar de gay, está dizendo que sou inteligente. Está dizendo que converso com ênfase. Está dizendo que sou sensível. Pode me chamar de gay. Está dizendo que me preocupo com os detalhes. Está dizendo que dou água para as samambaias. Está dizendo que me preocupo com a vaidade. Está dizendo que me preocupo com a verdade. Pode me chamar de gay. Está dizendo que guardo segredo. Está dizendo que me importo com as palavras que não foram ditas. Está dizendo que tenho senso de humor. Está dizendo que sou carente pelo futuro. Está dizendo que sei escolher as roupas. Pode me chamar de gay. Está dizendo que cuido do corpo, afino as cordas dos traços. Está dizendo que falo sobre sexo sem vergonha. Está dizendo que danço levantando os braços. Pode me chamar de gay. Está dizendo que choro sem o consolo dos lenços. Está dizendo que meus pesadelos passaram na infância. Está dizendo que dobro toalha de mesa como se fosse um pijama de seda. Pode me chamar de gay. Está dizendo que sou aberto e me livrei dos preconceitos. Está dizendo que posso andar de mãos dadas com os anéis. Está dizendo que assisto a um filme para me organizar no escuro. Pode me chamar de gay. Está dizendo que reinventei minha sexualidade, reinventei meus princípios, reinventei meu rosto de noite. Pode me chamar de gay. Está dizendo que não morri no ventre, na cor da íris, no castanho dos cílios. Pode me chamar de gay. Está dizendo que sou o melhor amigo da mulher, que aceno ao máximo no aeroporto, que chamo o táxi com grito. Pode me chamar de gay. Está dizendo que me importo com o sofrimento do outro, com a rejeição, com o medo do isolamento. Está dizendo que não tolero a omissão, a inveja, o rancor. Pode me chamar de gay. Está dizendo que vou esperar sua primeira garfada antes de comer. Está dizendo que não palito os dentes. Está dizendo que desabafo os sentimentos diante de um copo de vinho. Pode me chamar de gay. Está dizendo que sou generoso com as perdas, que não economizo elogios, que coleciono sapatos. Pode me chamar de gay. Está dizendo que sou educado, que sou espontâneo, que estou vivo para não me reprimir na hora de escrever. Pode me chamar de gay. Que seja bem alto. A fragilidade do vidro nasce da força e do ímpeto do fogo.”


Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

Farrah Fawcett, a eterna pantera, que morreu ontem
após complicações de um tumor

Michael Jackson também foi-se ontem e, digamos, roubou a cena.

Pobre Farrah Fawcett. Foi morrer no mesmo dia que Michael. Aí, é concorrência desleal, né?!

Quinta-feira, 25 de Junho de 2009

Mercadinho digital para artistas e músicos

Olha que interessante. Acabaram de criar uma empresa, que comercializará arquivos digitais. Super atual, né?! Como a internet se confirma como ponto de encontro de amantes da música, é fundamental que o artista se posicione bem nessa rede virtual de consumidores. Acaba de chegar ao mercado a Ponte D, primeira agregadora e distribuidora de conteúdo musical independente exclusivamente digital para rádios online, lojas virtuais e telefonias móveis.

A proposta da empresa é fazer a distribuição digital do artista a uma cadeia de lojas virtuais e empresas de telefonia. Além de contar com uma rede de distribuição, a Ponte D disponibiliza a obra pra ser vendida legalmente, com todos os direitos autorais e fonográficos reconhecidos. Além disso, o sistema criado pela Ponte D permite a remuneração correta do artista, seja pelo streaming das músicas em rádios virtuais ou pela venda da obra nas lojas.

Até o momento, a Ponte D tem como parceiras 19 lojas virtuais no Brasil, cinco empresas de telefonia móvel e mais de 40 no exterior. Entre as parceiras estão UOL Megastore, Sonora, Baixa Hits, I-musica, Claro, Oi, Tim, Vivo e Ctbc. A digitalização das músicas é feita pela própria Ponte D, que repassa a faixa à cada loja no formato e compressão necessários. O artista ganha com o download da faixa, cujo preço pode variar de R$ 0,99 a R$ 2,49.

Para usar o serviço da Ponte D, basta que o artista tenha material em qualidade fonográfica profissional e as faixas sejam editadas. Esse processo de possuir uma editora é necessário pois as lojas só aceitam músicas nessa condição, para que todos os direitos autorais sejam pagos.

Parada LGBT de BH: tá chegando!

Eu acabei de receber o release sobre a 12ª Parada LGBT de Belo Horizonte. Parece que a organização ainda não fechou o trajeto. Estou compartilhando!

Já iniciaram os preparativos da 12ª Parada do Orgulho de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais de Belo Horizonte, que acontecerá no dia 19 de julho, 2009. O tema deste ano será: Seus Direitos, Nossos Direitos, Direitos Humanos!

Segundo a comissão organizadora, o objetivo do tema é celebrar os 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Além disso, suscitar o debate em torno do respeito às diferenças, o reconhecimento dos direitos LGBT e denunciar as constantes violações dos direitos humanos da comunidade homossexual.

A 12ª Parada do Orgulho LGBT de Belô é um evento de cunho sócio-político-cultural, onde os setores organizados da comunidade homossexual e os simpatizantes procuram dar visibilidade ao movimento pela luta por direitos humanos e civis dos homossexuais e a efetivação da cidadania LGBT.

Este é o décimo segundo ano consecutivo que o evento acontece na cidade de Belo Horizonte e já entrou no calendário cultural, social, político e popular da cidade e a cada ano que passa tem crescido o número de participantes e adesão da opinião pública.

Além da tradicional Parada LGBT de Belô, organizada pelo CELLOS-MG, e a Caminhada de Visibilidade Lesbica, que acontece no dia 18/07/2009, organizada pela Associação Lésbica de Minas Gerais. Seguindo o formato dos anos anteriores, haverá uma semana de atividades, intitulada “BH sem Homofobia”, que em sua programação tem seminários, mostra de filmes, oficinas, premiação, etc.

Data da Parada: 19/07/2009
Concentração: Praça da Estação, a partir das 12h.


Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

Nem tão sagrado, nem tão profano

Vinícios Leôncio, autor de "Em nome do Pai e do Filho"

Na última segunda-feira, 22/06, o Café da Travessa, em Belo Horizonte, foi o lugar escolhido para o lançamento do livro “Em nome do Pai e do Filho” (Editora Futuro Ltda.). A obra, de autoria do advogado mineiro Vinícios Leôncio, estudioso da Bíblia há mais de 20 anos, é uma análise desse livro sagrado. O objetivo da publicação é comprovar que não há, em nenhuma passagem do livro cristão, reprovação divina para práticas e orientações, como a homossexualidade, cirurgia de readequação sexual, aborto, clonagem, transfusão de sangue e prostituição. Conversamos com o autor durante o lançamento. Leia alguns trechos abaixo!

O que te motivou a escrever esse livro?
Vinícios: Eu queria procurar saber se realmente a Bíblia proíbe ou permite algumas práticas. A comodidade do ser humano em creditar todas as nossas mazelas em Deus precisa ter um basta. Só existe um homem, que é o universal.

Quais são os maiores tabus do cristianismo que devem ser quebrados?
Vinícios: O preconceito contra a homossexualidade. Tivemos uma personagem de grande relevância no contexto bíblico, Davi, que manteve um romance aberto com Jônatas. Isso está no primeiro livro de Samuel, na Bíblia. Esse romance foi abençoado por Deus. Inclusive, quando Jônatas morreu, Davi adotou seu filho.

Há alguma passagem na Bíblia que condena abertamente a homossexualidade?
Vinícios: No início, no livro de Levítico, há uma passagem que proíbe um homem de se deitar com outro homem. No entanto, no decorrer da Bíblia, Deus vai afrouxando esta norma até culminar com a expressa benção de Deus aos homossexuais. Ele disse aos eunucos que eles tinham um lugar garantido no Céu.

Você já recebeu alguma retaliação pela Igreja por conta desse livro?
Vinícios: Não, ainda está muito cedo.

“Em nome do Pai e do Filho” será lançado em outras cidades?
Vinícios: Pretendo lançá-lo em São Paulo, mas ainda estou sem data definida. Aqui, em BH, é o primeiro lugar.

Quanto tempo levou para que esse projeto saísse do forno?
Vinícios: Foram dois anos de reflexão e análise em cima dos textos bíblicos. A Bíblia descreve como o homem criou Deus e não o inverso.

Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

Com ela eu iria!


Eu quero casar com a Scarlett Johansson:
- Porque ela é linda;
- Porque ela é a musa do Woody Allen;
- Porque ela gravou um CD com músicas do Tom Waits;
- Porque ela regravou “I don´t want to grow up” dos Ramones;
- Porque “Summertime” na voz dele é inigualável;
- Porque ela está com CD novo, ao lado do Pete Yorn, e a música “Relator” é fofa, fofa, fofa;
- Porque ela é um repórter foda em “Scoop”;
- Porque ela não deveria ter morrido em “Match Point” (sorry quem não viu);
- Porque ela ficou linda a la Marilyn Monroe na campanha da Dolce & Gabbana;
- Porque ela É linda;
- Porque ela é humana, ela existe;
- Porque ela é sexy, sendo normal, sem ser nenhum padrão;
- Ai, any motivos.